13 de maio de 2011

Como diz Marcelo D2:  
‘A vida é um eterno perde e ganha, um dia a gente perde, no outro a gente apanha, apanha e nem por isso a gente vai fugir da luta...’

É isso aí, arregace as mangas, conta até dez, ou reCORRA aos chocolates, aos sais, ou o que for. O que não dá é aceitar aquilo que não está te fazendo bem, isso mesmo, não se conforme, nunca. Eu sei, não vou bancar a doutora em otimismo, não é simples mudar certas coisas, certos modos, certas pessoas...
Não é simples olhar para si e dizer: está tudo belezinha, a partir de hoje eu não serei a mesma, tudo vai ser diferente, serei perfeita e feliz! O que eu acho é que não se pode cruzar os braços, viver na mesmice e se contentar com o pior. Odeio pessoas que não sabem bater o pé, que não tem ânimo e entusiasmo para progredir, para crescer, gente fraca essa que não para pra pensar, que perde o foco, que não acredita, que não inventa e reinventa uma maneira de levar a vida, gente que não se esforça para ser alguém melhor. E até onde eu sei, devemos ser a mudança quer queremos ver, parece clichê, é verdade, mas é assim que funciona. O mundo está cego, e eu enxergo bem demais para entender isso, e, acreditar, ainda é palavra mais doce que eu conheço, e sempre será! 

...E ela baixou a cabeça e perguntou:


- Você acha que o nosso amor um dia vai ter fim?


Ele pegou em seu queixo,
levantou a sua cabeça,
olhou seriamente em seus olhos..
e respondeu:


- Nada fala mais alto do que o aquilo que eu sinto por você. Nada é mais forte do que nós. Eu acho que o nosso amor é assim, sempre se transforma no melhor. Se renova. Ele sempre dá o que o meu coração precisa, enche minha vida de sentido e felicidade. Ele se fez eterno desde o primeiro instante ao teu lado. Todo dia eu tenho essa certeza, de te querer mais e mais, o tempo todo.


Ela sabia...sempre soube!

Gostar- se é aceitar- se

Agosto é superticiosamente conhecido como o mês do desgosto. Coisas que há muito tempo atrás, os romanos inventaram. Eu, particularmente, prefiro não acreditar nisso. Creio que ter pensamento positivo atrai coisas boas. Então, que seja assim, um Agosto bem lindo, e como o Caio Fernando, eu também repito: que seja doce... Ahh, e será!

Tudo deve começar dentro da gente, coisas que vem de dentro, da alma, do eu. Entende? Então, puxa uma cadeira, senta mais perto e deixa que eu te explique melhor.

A vida não é simples, pessoas, menos ainda. Costumo dizer que cada cabeça é um mundo, e é. Ideias, opiniões, críticas, concepções, enfim, tudo, tudo nos difere uns dos outros. Cada pessoa tem sua maneira de encarar certas coisas, melhor dizendo, cada um tem sua maneira de encarar a si próprio. E o que eu acho super importante na vida pessoal é a autoestima, sempre gostei de refletir sobre ela. Depois que essa palavrinha perdeu o hífen por conta do acordo ortográfico, achei ela mais bonitinha, assim, juntinha, única.

Não interessa se você é homem ou mulher. Uma coisa é certa, todo mundo precisa dela. Não importa a idade que você tenha, não importa a cor da sua pele, se você é alta (o) ou baixa(o), nem se você tem cabelos lisos, cacheados,ou crespos, se são loiros, ruivos ou pretos. Não importa se você usa ou não as melhores roupas da estação, se sua pele parece ou não com uma bundinha de bebê... Nada disso deve estar em jogo quando se trata da admiração por você mesmo.
 
A baixa autoestima revela uma pessoa que não acredita em si, que não se aceita, que guarda seus sentimentos a sete chaves, que não se socializa de uma forma livre e espontânea. Temos a tendência de nos valorizarmos para os outros e não para nós mesmos. Consequentemente, perdemos o gosto da vida e do viver.
Penso que, para ser feliz, a autoestima deve estar em um bom nível, quanto maior, melhor. Não, mas não confunda com exageros egoístas, como pessoas que só olham para seu umbigo e não se importam com ninguém. Me refiro ao bem-estar, sentir-se bem, olhar para si e não se lamentar por não ser uma Gisele Bunchen da vida. Falo dele, o fundamental amor-próprio.

Bom, não tenho a menor pretensão de escrever mil linhas sobre dicas infalíveis para melhorar sua autoestima. Até porque eu tenho lá as minhas fases meio-sei-lá. Você sabe, sou normal, acordo com os cabelos nas alturas,e com olheiras-urso-panda. Sou imperfeita, e as vezes compro brigas com todos os espelhos existentes. Acredito que beleza não nos dá garantias. Do que adianta ser incrivelmente linda (o) e ter um coração feio e sujo? Nada.

Primeiro você precisa descobrir as coisas que te incomodam. Se são os famosos quilinhos a mais, para eles, uma boa dose de disciplina e força de vontade resolve, só depende do teu esforço. É apenas um exemplo, se o que te incomoda são outras coisas e não a balança, vai em frente, vai a luta, invista em você. Defeitos aqui e ali todo mundo tem, o que dá pra mudar, ótimo, muda, o que não dá, aprenda a conviver com isso sem frustrações.

Autoestima é sua responsabilidade, é o que você é para você. Se conheça, se reconheça. Mude sua atitude, mude para seu melhor. Não se envergonhe, não deixe os padrões te colocarem para baixo, não se deixe intimidar, não se reprima. Tome posse de você mesmo, construa seu amor-próprio, não queira ser ninguém alem de você. Cuide-se, ame-se. A sua vida é para você. Gostar-se é aceitar-se.

Não faça as pazes apenas com os espelhos que te refletem, faça, principalmente, com os da tua alma, é lá onde tudo começa. Dentro de você.

Às vezes, realmente precisamos passar por fases turbulentas, para que possamos tirar lições das quais precisaremos lá na frente. Mesmo que as coisas não andem da forma como gostaríamos que fossem, é bom entender que, depois que a dor deixa de doer, ocorre uma mudança dentro da gente: já não podemos nos considerar os mesmos, sempre tem algo a progredir, a crescer, evoluir.

.. Não se prenda ao que não deu certo, o que passou serve como aprendizado. Tenha a convicção de que somos merecedores da felicidade. Tenha a certeza que o tempo cura, mágoas passam e decepção não mata. Carregue com você aquela sensação de que, mesmo com todo aquele sofrimento, ainda assim, valeu à pena
Compreendi que não há nada melhor do que sentir paz. Sensação de estar bem resolvido com o passado, de ter a convicção que a direção é mais importante que a velocidade. Paz com o mundo, consigo mesmo e com as pessoas ao teu redor. Ir dormir com a consciência leve e tranquila, com a certeza de que agimos certo com quem amamos.
Tem dias que a gente fica assim, recolhida no nosso canto. E o nosso coração interagindo com os pensamentos, com a razão e com tudo mais. Talvez esse seja o modo que eu encontrei para poder esvaziar-me. Sim, de mim mesma. Por vezes, é preciso. Vezenquando, se faz necessário. E é.
Hoje me bateu uma saudade que eu nem sei explicar de quê. Não sei se é de algo, se é de um tempo, se é de alguém, ou se é do que virá. Não sei. Mas bateu.

Nossas conversas diárias..

Hoje pela manhã acordei pensando em coisas. Melhor dizendo, dormir e acordei pensando em coisas. Por favor, não faz essa cara de tédio que quer dizer: ah, lá vem essa menina-sem-graça com aqueles papos. Desculpa, mas eu vou falar. Se não tiver saco para me aguentar, é simples. Basta clicar no X lá no cantinho direito da página. E eu vou entender. Mas se tiver, puxa a cadeira e fique á vontade. Você sabe, gosto da sua companhia.

Eu sei que tem dias que, definitivamente, a gente nem entende porque estamos nesse mundo-de-meu-Deus. Por mais que sua melhor amiga diga olhe-é-assim, não adianta, há certas teorias que ficam difíceis de entrar na nossa cuca. De repente, analisando direitinho, percebo que tenho que me submeter à alguns processos de limpeza cerebral. Isso mesmo. Arrastar os móveis, sacudir o tapete, tirar o pó, desentortar os quadros, jogar o lixo fora, varrer e passar Brilux, em tudo.

A cada dia que passa, acho as coisas mais difíceis. Sem contar que, entendo cada vez menos humanidade. Provavelmente você, que vez ou outra, firma os pés no chão, de algum modo, possa concordar comigo. As pessoas precisam urgentemente acreditar. Em Deus, nelas mesmas e em algum sentimento que as faça ter sede vida, um sentimento do tipo inabalável.

Vejo terminar vários relacionamentos que tinham tudo pra dá certo. Vejo amizades sendo interrompidas por bobagens. Intrigas em família, mau-humor constante, e por aí vai. Porque simplesmente ninguém sabe ter paciência, ninguém se tolera mais, ninguém entende que não existe perfeição, em nada.

Diariamente, as pessoas jogam tudo pro ar por causa de um aborrecimento, explodem, saem de si, agem como doentes. É tanta gente chorando de barriga cheia, é tanta gente se prendendo ao desnecessário. Parece que o respeito, a consideração e os bons sentimentos foram passear, e longe. Voltam quando? E Se voltar! Pelo amor de Deus, me diz, o que é que ta acontecendo com o mundo?

Bem, mas eu falava da minha faxina cerebral. Pessoal. Porque é muito fácil ficar apontando os erros e as mancadas dos outros, dizer no que precisam mudar, dizer o que precisam fazer, dizer o que se deve e o que não se deve sentir, dizer e dizer. Vem cá, e nós? E você? E eu? Anda tudo certinho? Eu tenho certeza que não. Sempre tem algo aqui ou ali que está precisando de reparos. Há sempre o que aprender, há sempre uma área que necessita de um cuidado a mais, ou de um puxão de orelha que a nossa própria consciência se encarrega em dá.

Interessante seria se tudo se resolvesse assim, num plim. Mas não resolve. Então, o negócio é olhar para si. Fazer sua parte. Mudar. Se desprender. Seguir. Tirar o sujo da alma, agir sem deixar que o orgulho e a impulsividade tomem conta de você. Ser livre para ser o que você é e não o que esperam que você seja. Livre para sonhar. Para fazer. Para sentir. E de uma vez por todas, parar de culpar e responsabilizar os outros pelos seus problemas. Sua vida, quem faz é você, o caminho é você quem trilha, a escolha é sua, sempre sua.

A gente precisa mesmo é de continuidade. Ansiamos por estabilidade em todo tipo de relacionamento que existe. Queremos ser bem aceitos, bem amados, bem quistos, bem sucedidos, bem, bem, bem. Mas pense bem, também. Será mesmo que estamos indo para o lado certo?

Finalmente, me deparei comigo. E, sinceramente, abri os olhos para algumas coisas. Claro, depois da limpeza minuciosa que eu fiz, bem aqui, na minha cuca. Lembra da tal faxina? Sim, é dela mesmo que estou falando. Foi a partir daí, que eu desisti de ficar pensando em como era pra ser. Agora eu resolvi ser. Desisti de pegar no sono alimentando erros, fracassos e vacilos, meus e dos outros. Não quero mais perder o foco. Simplesmente, desistir de me negar. Cansei de engolir palavras, como também cansei de soltá-las sem freio. Cansei de perder o meu eu de vista. A vida não é isso. E eu mereço mais. Você também, acredite.

Por isso eu me permito mais liberdade, mais leveza, mais sorrisos. E, depois do dia-de-lerê na minha cabecinha, após o Brilux, eu passo o bom-ar, aquele com a mais suave fragrância, e respiro fundo. E vou. Porque o mundo gira, dá voltas, e o tempo não para.
Meu coração tem asas, viaja, voa, voa, voa. Mas não se esqueça da razão. Sim, ela mesma, ela anda a pé, e descalça. Gosto das coisas limpas, bem resolvidas e esclarecidas. Branco no preto e preto no branco. Não é fácil, por mais que eu tente, me esforce, tem coisas que realmente emperram. E pior, não depende só de mim. E sabe o que me deixa bastante irritada? Não sei ficar com nada engasgado, nada entalado. Porque as palavras gritam, esperneiam, me sufocam. Eu preciso soltá-las, desamarrá-las, deixá-las livres. De alguma forma, eu preciso falar. Ainda bem que escrever alivia. Então vamos lá para mais tec-tec no teclado.

Não aponte o dedo para mim e nem muito menos atire pedras. Chegue perto, fale, ouça, preste atenção, me entenda, se possível, me compreenda. Mas por favor, não me julgue. Quem consegue o que quer na base da arrogância? Me diz? Quem? Comigo não. Nem vem.
Ódio e rancor nunca foram desculpa para não enfrentar o tal olho-no-olho, e o perdão existe para quem sabe perdoar. E se ainda não aprendeu, descubra, aprenda, perdoe. Do contrário, você estará adiando felicidade, e, quem sabe, quando você se der conta disso possa ser tarde demais. Orgulho está fora de moda e tem sinônimo de imaturidade. Não leva ninguém à lugar nenhum. Só à perda, e só. Você só se afunda cada vez mais no poço escuro e sombrio. Eu não sou perfeita, nunca serei, e ninguém será. Nem mesmo você.

Se uma coisa é importante para ti, não desvalorize, nem ignore. O coração é um músculo, se não exercitá-lo, ele enfraquece, atrofia, para. Comigo é assim, sempre foi, sempre será. Nunca pense que todo sentimento forte e bonito é intacto. Se ele não recebe o que precisa, ploft! Não há garantias. Ele se modifica, se transforma. De um jeito ou de outro. Então, não arrisque.

Não jogue comigo, não brinque, não me desafie, não me rotule. Não há uma definição certa para mim, mas tenho uma alma que não cala, não dorme. Comigo, silêncio e indiferença fazem efeito contrário. Sim, machuca, dói. Mas entenda, e acredite: um dia a dor deixa de doer e simplesmente se vai. Evapora. Então, não demore, meu coração pode ser sensível, bobo, e mole. Mas existe a razão, e a minha tá ficando mais falante, mais esperta. Atrevida.

Bem, vou deixar de blá-blá-blá e recorrer a ele:

– Garçom, me traga uma dose de amnésia e duas de desapego, por favor?

– Vai uma de amor também, moça?

– Não, não, obrigada. Só as que eu tô precisando mesmo!
Tudo é momentâneo. Passa rápido, voando.  Num piscar de olhos, o que era colorido pode ficar cinza-chumbo. Em outro piscar, o que era escuro, pode fica claro, reluzente. É desse jeitinho sim, oscilando. É. Acostume-se.
Muitas vezes, não nos sentimos felizes por causa da teimosia. Da insistência em querer que as coisas sejam exatamente como queremos. E de quebra, ainda esperamos recheio de chocolate de sobremesa. Doce ilusão, isso sim. O resultado é certeiro: decepção. E daquelas bem amargosas. Sabe por que, meu bem? O ser humano é totalmente imperfeito, e sempre será.
O que faz a diferença é esperar menos, bem menos dos outros. Ninguém pode ser responsável por nosso bem-estar. É algo individual. Pode ser clichê, eu sei, mas é o que acredito.
Penso que felicidade de verdade é aquela sensação de se sentir em paz com o mundo, e mais ainda, com você. Consciência tranqüila de quem, antes de tudo, teve uma conversa séria com o coração, entrou num consenso com a razão, e depois disso conseguiu agir certo. Ou pelo menos acreditando que sim.
Felicidade não fica de bobeira por aí a fora não. N-Ã-O. Ela encontra-se bem aqui, dentro de mim e de você.
 Ela é um negocinho simples, sabia? Pode apostar. Por isso, é bem possível que ela chegue disfarçada de simplicidade, podendo passar despercebida e, sem querer, ir embora. Sem ao menos enxergarmos o valor e a beleza que aquilo trazia. Felicidade talvez seja isso, sutilidade. Pequenezas abstratas, visíveis apenas por aqueles que sabem olhar. Além.
Existem coisas dentro de mim que não calam a boca. E uma delas é o tal do relacionamento. Então pensei: quem disse que ele é fácil? E quem falou que amar é fazer cara de oba-oba-tô-feliz o tempo todo? Se você pensa assim, meu bem, não se engane. Dá uma trabalheira danada. É. Só amar não basta. Exige de você esforço, aliás, porções dobradas e multiplicadas por mil de pa-ci-ên-cia. E não é só isso, coloca aí no meio cumplicidade, compreensão, dedicação, respeito... Jogo de cintura.

Homens procuram mulheres perfeitas (e nem queira saber o que é ser perfeita para eles) e mulheres, príncipes encantados (também não procure saber). Puf! A gente vai crescendo e vai vendo as coisas de outra maneira. Tudo fica mais claro. Porque tem homem que está mais pra sapo do que pra príncipe, e perfeição é utopia. Então me dei conta que eu tenho que simplificar a vida. Não espero esse tal príncipe, sei que ele nunca vai vir, porque ele não existe. Mas quero um amor forte e real. Quero amar bem, ser bem amada. E feliz. 

Lidar com os hábitos do outro, com as manias esquisitas, com aqueles defeitinhos que só nos fazem ter vontade de voar no pescoço de tanta raiva, é tarefa árdua. Vale à pena? Quando o amor é grande o suficiente para que a parte boa cubra a que não é, eu digo que vale sim. Do contrário, prefiro chutar o balde, o pau da barraca, e mandar tudo para puta-que-pariu. Desculpa, mas não vou pedir desculpa pelo que eu disse. O mundo não é só cor-de-rosa, eu sou normal e também falo (MUITO) palavrão. Mas, voltando ao assunto... É questão de balança, você coloca tudo nela, analisa direito e ver o que pesa mais. E um dia toma coragem e decide.

O Desapego não é como um click. É todo um processo chato que você pensa que nunca irá conseguir. Pensa que não, mas consegue. O medo existe e se bobear, ele te paralisa. O tempo não espera a hora de você se decidir. A vida continua passando por você a cada segundo, e cada segundo de um minuto é tempo desperdiçado com o que não te faz tão bem. Você pode até se fingir de tonta, mas se a situação for essa, dentro de você há algo que te sacode, que te inquieta e não se conforma. Então eu prefiro não acomodar. A gente sabe o que sente, sabe o que quer, sabe do que precisa. E mais, sabe do que merece.

E volto a dizer, relacionamento não é moleza e pessoas são complicadas. Eu sou, você é. Sempre seremos. Mas tem gente que vale essa montanha-russa do doce e do amargo, do sorriso e do coração apertado, dos dias bons e ruins. Que vale a gente meter a cara, se despedaçar toda. Porque amar dói. Amarrota e rasga. Mas costura, remenda, se emenda. Se reconstrói. E a vida é isso, a gente cresce e cansa de esperar príncipes e deixa de querer ser princesinha. No meu castelo o encanto está no imperfeito e no real, camisa suada e final bonito. Porque apesar de, tem pessoas que valem o esforço, valem o mundo, valem tudo. Vale você.