21 de março de 2011

Somos seres humanos com nossas sensibilidades, nossos sonhos, nossos desejos, vontades, contradições... e as outras pessoas são.


Acho que a gente tem direito às nossas contradições e nossas limitações da mesma forma que as pessoas tem às delas.
É preciso confiar, aceitar... e dar aquele salto, aquele mergulho no que é desconhecido e imperfeito, no que a gente não conhece... Sem medo.

É dar às pessoas o direito à individualidade delas e esperar que elas façam o mesmo em retorno... Acho que isso é que, no fundo, nos faria feliz.

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